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Diabetes |
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A doença diabetes, é uma das mais comuns no mundo atual, e vem crescendo numericamente no mundo todo, atingindo mais de 10% da população. Nos últimos anos, o diabetes aumentou de 5 a 10 vezes em alguns países, e acompanhou o aumento de peso das populações em geral. No Brasil, estima-se que existam mais de 10 milhões de diabéticos, sendo que pelo menos metade dessas pessoas desconhecem que são diabéticos. O problema não é apenas o aumento do açúcar no sangue, seus efeitos colaterais são muito mais graves. Trinta por cento dos diabéticos terão falência dos rins, uma das principais causas que levam as pessoas para a hemodiálise, o resto de suas vidas. Oitenta por cento dos diabéticos vão morrer de doenças de obstrução das artérias: no cérebro provocando os derrames (AVC), no coração provocando infartos, ou desenvolvendo doenças vasculares periféricas, até com amputação das pernas. Existem dois tipos de Diabetes: Tipo 1: A DM1 surge quando o organismo deixa de produzir insulina (ou produz apenas uma quantidade muito pequena.) Quando isso acontece, é preciso tomar insulina para viver e se manter saudável. As pessoas precisam de injeções diárias de insulina para regularizar o metabolismo do açúcar. Pois, sem insulina, a glicose não consegue chegar até às células, que precisam dela para queimar e transformá-la em energia. As altas taxas de glicose acumulada no sangue, com o passar do tempo, podem afetar os olhos, rins, nervos ou coração. Tipo 2: Sabe-se que o diabetes do tipo 2 possui um fator hereditário maior do que no tipo 1. Além disso, há uma grande relação com a obesidade e o sedentarismo. Estima-se que 60% a 90% dos portadores da doença sejam obesos. A incidência é maior após os 40 anos. Uma de suas peculiaridades é a contínua produção de insulina pelo pâncreas. O problema está na incapacidade de absorção das células musculares e adiposas. Por muitas razões, suas células não conseguem metabolizar a glicose suficiente da corrente sangüínea. Esta é uma anomalia chamada de "resistência Insulínica". O diabetes tipo 2 é cerca de 8 a 10 vezes mais comum que o tipo 1 e pode responder ao tratamento com dieta e exercício físico. Outras vezes vai necessitar de medicamentos orais e, por fim, a combinação destes com a insulina. |

